domingo, 31 de janeiro de 2016

Conviver com os hábitos e costumes nas Arábias

Por Eliana Maria (Ir. Gabriela, Obl. OSB)

*Artigo de Padre Olmes Milani,
Missionário Scalabriniano


Peregrinando por diversos países, nos cinco continentes, aprendi que a virtude que mais ajuda para ser aceito numa cultura, é o respeito. Existe muita diferença entre cometer erros por falta de conhecimento quanto à cultura receptora e o julgamento negativo sobre as diferenças.

Nas Arábias, como em qualquer outro lugar, existem algumas coisas que devem ser levadas em conta. Sendo a maioria absoluta da população islâmica, os alto-falantes nos minaretes das mesquitas emitem, cinco vezes por dia, o convite para a oração. Os muçulmanos podem prostrar-se em qualquer lugar, à beira da estrada ou no escritório para rezar, voltados para a Meca.

Transeuntes devem evitar de passar na frente de alguém que está rezando.

O consumo de álcool por estrangeiros é permitido, em lugares próprios, mas noitadas em bares e discotecas e diversões mais pesadas são apenas toleradas.

A compra de bebidas alcoólicas pode ser feita em lugares destinados para isso. Existem companhias que fornecem as bebidas para hotéis, e locais com alvará.  Contudo, às vésperas de festas religiosas, não é permitido o comércio de licores.

A carne de porco é proibida. Os estrangeiros podem adquiri-la numa venda separada dos supermercados.

Manifestações de afeto entre homem e mulher, em público, devem ser evitadas.

É considerado insulto mostrar a sola dos pés na direção de alguém. É ofensivo apontar com o dedo alguma pessoa.

Não se iluda em achar que a imagem comum de homens de mãos dadas é uma evidência gay. Entre indianos, paquistaneses e árabes, isso é apenas um sinal de amizade.

Cumprimento dando a mão para uma mulher deve ser evitado.  Coloca-se a mão sobre o lado esquerdo do peito e diz-se a saudação.

 Deve-se ter sempre presente que, quando alguém compara culturas ou as julga, dificilmente vai ter espaço na sociedade receptora.

 O erro é perdoado e não impede à pessoa de ser bem-vinda. Maneiras cordiais e senso de humor servem para superar os impasses.

Assim aprendemos o bom convívio com as pessoas diferentes.’


Fonte :


Um comentário:

Anônimo disse...

Na poderosa aura internacional da inteligência das nações, a Arábia Saudita é um zero à esquerda. O é pela história que a vitimou e a fez uma pobre parasita bilionária do petróleo. O árabe é inconsciente de sua ingenuidade e inocência, que o empurram para vidas nababescas e estranhas. Há uma lenda que o então polêmico, turbulento e irreverente presidentão americano George Bush certa vez teria dito que os Estados Unidos monitoram tão somente o petróleo naquela região. Os petrotrilhões são filtrados nos bancos da América do Norte e retornam outros petrobilhões para aquela península...:)