Por Eliana Maria (Ir. Gabriela, Obl. OSB)
*Artigo do Diácono Luiz Carlos Gomes,
Diácono permanente da Arquidiocese de Maringá
‘Deus enviou seu filho ao mundo, para que o mundo seja salvo por Ele’ (Jo 3,16-18)
‘A solenidade
da Santíssima Trindade é uma espécie de síntese do Tempo Pascal, no sentido ‘mistério’
do termo. Ela nos coloca diante do mistério de Deus, com toda Sua grandeza, e
revela o Seu infinito amor por nós.
Celebrar a
Santíssima Trindade não é celebrar três deuses, mas um único Deus em três
Pessoas : Pai, Filho e Espírito Santo. Um Deus que se desdobra em três Pessoas
para que possamos ter acesso a Ele. Um Deus que se revela no Seu mistério
porque nos ama infinitamente e quer que O conheçamos, que O encontremos e O
percebamos no dia a dia da nossa vida.
O Evangelho
de hoje fala diretamente desse amor de Deus Pai pelos Seus filhos, pela
humanidade, pelo mundo.
João afirma
que ‘Deus amou tanto o mundo que deu o Seu Filho unigênito, para que não morra
todo o que n’Ele crer, mas tenha a vida eterna’. É um gesto extremo de amor o
que Deus fez por nós ao se fazer um de nós na Pessoa do Filho e se encarnar.
Antes ninguém conhecia Deus. Não se podia ver o rosto de Deus.
O amor é o
único meio de reconhecê-lO e d’Ele se revelar para nós. Ao enviar Seu Filho,
primeiro o Pai revela o Seu infinito amor e, segundo, o Seu rosto. Deus se fez
um de nós para que tivéssemos acesso a Ele e o conhecêssemos na pessoa de
nossos irmãos e irmãs. Esse gesto do Pai narrado no Evangelho de hoje é
demonstração do Seu imenso amor. Ele nos ama e quer que tenhamos a vida plena,
a vida eterna.
Que a
Santíssima Trindade nos faça verdadeira comunidade de irmãos, sempre prontos a
ajudar o próximo, na graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, no amor do Pai e na
comunhão do Espírito Santo.’
Fonte : *Artigo na íntegra
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