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segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Não se preocupe com o amanhã

Por Eliana Maria (Ir. Gabriela, Obl. OSB)

 
*Artigo de Kim Nataraja


‘Percebemos a importância que a Tradição atribui ao desapego dos pensamentos. Uma das consequências importantes disso é que nos ajuda a permanecer no momento presente. Ao nos concentrarmos em nossa ‘palavra’, deixamos para trás os pensamentos, que sempre nos ligam ao passado e ao futuro. Observe seus pensamentos por um instante. Não são todos sobre suas preocupações, esperanças e medos sobre o que aconteceu e o que pode acontecer? Usamos o momento presente meramente como um trampolim para o futuro ou um lugar para olhar ansiosamente ou nostalgicamente para o passado. Não deixamos espaço para o próprio momento presente. E, no entanto, ouvimos nas Escrituras que a natureza essencial de Deus é ‘pura essência’. Quando Deus chamou Moisés pela primeira vez, disse : ‘Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó’. Este é o aspecto de Deus na história da humanidade. Mas quando Moisés perguntou a Deus seu nome pela segunda vez, ele respondeu : ‘Eu Sou aquele que eu sou’. O ‘nome’ de Deus, sua natureza essencial, é, portanto, ‘ser puro’ no momento presente. Portanto, o momento presente é o ‘caminho estreito’ pelo qual podemos entrar na Presença de Deus que habita em nós.

Deixar os pensamentos para trás é, portanto, uma parte essencial da nossa prática. Mas, novamente, surge a questão de onde Jesus nos diz para deixarmos os pensamentos para trás. Mais uma vez, o Evangelho de Mateus nos dá uma orientação clara : ‘Por isso, vos digo : não andei ansiosos com a vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber, nem com o vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais que o vestuário?’ Todas as nossas preocupações giram em torno da nossa sobrevivência. E Jesus diz claramente que a vida é mais do que mera sobrevivência. ‘Buscai pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas’. Em vez de nos determos em nossos pensamentos, precisamos nos concentrar exclusivamente no Divino, repetindo nossa oração ‘maranata’, uma das mais antigas orações cristãs. Essa oração é a nossa âncora, que nos enraíza na Presença Divina.

Essa forma de oração, esse ‘abandono de si mesmo’, requer confiança – confiança de que Deus também está presente para nós. Jesus está ciente de nossas dificuldades e enfatiza que Deus cuida de toda a criação, dos pássaros, dos lírios no campo, até mesmo da grama. Ele nos encoraja a ter fé de que, portanto, também estamos sob os cuidados de Deus, também seremos vestidos e alimentados, pois ‘o Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas’.   Tudo o que precisamos fazer é permanecer focados em nosso relacionamento com Deus no momento presente : ‘Portanto, não vos inquieteis, pois, pelo amanhã, porque o amanhã cuidará de si mesmo.’ Precisamos lidar com os desafios que se apresentam a cada instante. Seremos capazes de fazer isso com centramento e paz de espírito como resultado direto da ‘oração contínua’, repetindo constantemente nosso mantra, ancorando-nos constantemente na Presença de Deus. Encontramos a mesma recomendação nas Escrituras : ‘Orai sem cessar!’ (1 Tessalonicenses 5:17) e ‘Perseverem na oração e não desanimem’. (Lucas 18) João Cassiano também enfatiza : ‘Digo que vocês devem meditar constantemente neste versículo em seus corações. Não devem parar de repeti-lo quando estiverem realizando qualquer tipo de trabalho, prestando algum serviço ou viajando. Meditem nele enquanto dormem, comem e atendem às menores necessidades da natureza.

 

Fonte : *Artigo na íntegra

https://www.wccm.org.br/ensinamento-semanal/nao-se-preocupe-com-o-amanha/

terça-feira, 28 de dezembro de 2021

A catedral do Bahrein, um oásis de graça no deserto

 Por Eliana Maria (Ir. Gabriela, Obl. OSB)

*Artigo de Debora Donnini, 

da Vatican News


‘A catedral do Bahrein ergue-se no deserto como ‘um oásis de graça viva’. O cardeal Antonio Luis Tagle, prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, agradeceu ao Senhor ao descrever a igreja que consagrou no passado dia 10 de dezembro no país constituído por um arquipélago de ilhas no Golfo Pérsico. Uma ação de graças que olha para a realidade dos cristãos e para além dela. ‘No deserto’, disse ele, ‘os migrantes cristãos encontram uma casa, a casa de Deus e da família de Deus; no deserto surgiu um símbolo poderoso de diálogo, solidariedade e fraternidade. Louvamos o Senhor que caminha com o seu povo no deserto e faz um pacto com ele’.

Mais de mil visitantes por dia

Uma obra de importância decisiva na região. A catedral, cuja pedra fundamental doada pelo Papa foi lançada em 2014, tornar-se, de fato, o centro dos serviços pastorais do Vicariato Apostólico da Arábia do Norte, que inclui também o Kuwait, Qatar e Arábia Saudita. É uma obra de arte sugestiva, com um projeto octogonal, uma cúpula dourada e uma acabamentos azuis no exterior. Com uma grande capacidade : pode acomodar até 2.300 pessoas. Desde a sua inauguração e consagração, mais de mil pessoas por dia foram visitá-la, e não só católicos, explica Mattia Del Prete, o arquiteto que construiu a igreja com sua equipe. Um fato que atesta a beleza do trabalho, mas também o seu papel como ponto de encontro de todos. Sete anos de trabalho, explica ele, durante os quais se conseguiu a colaboração com as autoridades locais para enfrentar, em conjunto, as dificuldades da construção. O forte apoio do Rei do Bahrein, Hamad bin Isa al Khalifa, foi importante, pois doou os 9.000 metros quadrados de terreno e também tornou possível a construção do parque de estacionamento.

O amor de Deus através da beleza

A forma recorda a tenda no deserto do povo de Israel onde, como narra o livro do Êxodo, o Senhor falou a Moisés; era o lugar da presença do Senhor. Com uma grande cúpula coberta de metal dourado que reflete a luz do sol, é ‘como um farol’ - explica Mattia Del Prete – apoiado sobre volumes de pedra que assumem tons rosados num céu vermelho ardente ao pôr-do-sol. A beleza do mármore, os acabamentos azuis no exterior e cada detalhe recordam a ‘nova estética’ proposta na arte por Kiko Argüello, iniciador do Caminho Neocatecumenal e consultor artístico da obra. Mattia Del Prete e a sua equipe se formaram com ele. O significado é fazer as pessoas, mesmo as mais pobres, perceberem, através da beleza, o amor de Deus, cujo ponto culminante é o próprio rosto de Cristo. É esse amor que se expressa antes de mais nada na criação e que suscita admiração. A beleza, de fato, faz o homem sentir-se profundamente amado.

Uma experiência de diálogo e de encontro

A atenção aos detalhes, explica o arquiteto, visa dar uma maior participação na liturgia utilizando todos os instrumentos técnicos : a forma octogonal, os planos inclinados, a coroa misteriosa - uma reprodução dos afrescos de Kiko feita com uma técnica inovadora de alvenaria - que se refere à iconografia oriental. É um espaço circular na base da cúpula, inteiramente em afresco, com painéis que ilustram os principais episódios da vida de Jesus e o Cristo Pantocrator no centro. Os espaços modernos e acolhedores estão portanto ao serviço das pessoas, das relações com o próximo. Mattia Del Prete descreve emocionalmente o diálogo que foi estabelecido com o rei Hamad. Mas também com os trabalhadores, recordando como no dia da inauguração todos se cumprimentaram com um abraço fraterno : uma explosão de alegria coletiva. Também se destaca a importância da estátua da Virgem Maria com o Menino nos braços e o Rosário nas mãos, as capelas laterais marcantes e a Fonte Batismal escavada no chão e rica em símbolos, começando pelos sete degraus abaixo, onde é possível receber o Batismo por imersão. Além disso, a utilização do plano inclinado sobre o qual os bancos estão dispostos permite uma perfeita visibilidade também nos últimos bancos.

Um sinal de acolhida aos trabalhadores migrantes

Uma obra de amor, portanto, cujo projeto começou com o então Vigário Apostólico da Arábia do Norte, dom Camillo Ballin, recorda dom Paul Hinder, Vigário Apostólico da Arábia do Sul que, desde 13 de maio de 2020, é também Administrador Apostólico da Arábia do Norte, após a morte de dom Ballin. Dom Hinder lembra-se do momento da consagração como uma festa. É, de fato, ‘uma bela construção’, diz ele. A comunidade católica no Bahrein, cerca de 80.000 batizados, é maioritariamente composta por trabalhadores imigrantes de diferentes países, especialmente da Ásia. Dom Hinder também se detém nos muitos gestos de abertura do Rei e da Casa Real, uma tradição que começou com o pai do atual Rei. Ele explica como a catedral é também um ponto de referência importante para os católicos que vivem na Arábia Saudita, que podem vir participar da missa.

Um caminho que continua

Esta catedral é também um sinal de beleza e, portanto, de acolhida a estas pessoas que vivem fora do seu país de origem. ‘É também um lugar onde se podem sentir em casa’, sublinha dom Hinder, afirmando que é importante que tenham pontos de referência para a sua fé, mas também um sentimento de pertença à comunidade católica. No que diz respeito à assinatura pelo Papa Francisco e pelo Grande Imã de Al-Azhar do documento sobre Fraternidade humana para a paz mundial e a convivência comum, que teve lugar em 2019 em Abu Dhabi, ele destaca como esse documento é, de certa forma, um ponto de não retorno : ‘Há um caminho que vai em frente, há um respeito mútuo e uma aceitação que tem crescido e parece-me que é importante que experimentemos isto entre as igrejas mas também entre as religiões’.’

 

Fonte : *Artigo na íntegra

https://www.vaticannews.va/pt/igreja/news/2021-12/catedral-do-bahrein-um-oasis-de-graca-no-deserto-tagle.html

quinta-feira, 12 de março de 2020

A beleza e os benefícios de buscar mais silêncio na vida

Por Eliana Maria (Ir. Gabriela, Obl. OSB)

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*Artigo do Padre Michael Rennier,
sacerdote católico ordenado através da Provisão Pastoral para 
ex-clérigos episcopais que foi criado pelo Papa São João Paulo II


‘Vi recentemente um vídeo produzido pelo The New York Times sobre um ecologista chamado Gordon Hempton.

O vídeo segue-o enquanto ele procura lugares no fundo da floresta, livres de ruídos artificiais.

Hempton não está buscando o silêncio como meio de fuga. Em vez disso, ele está tentando fazer uma conexão.

O silêncio não é a ausência de algo, mas a presença de tudo, diz ele.

Se ficamos em silêncio e ouvimos, se realmente ouvimos verdadeiramente os sons sutis do mundo natural ou as palavras de outra pessoa, somos atraídos para uma experiência mais completa da realidade que, de outra forma, teria passado por nós.

É a chance de sair de nossas próprias cabeças, longe dos pensamentos que se agitam naquele monólogo interno incessante que carregamos todos os dias.

É também a chance de nos removermos dos ruídos que nos cercam diariamente. Estamos nos afogando em barulho e, por isso, perdemos a capacidade de ouvir.

Hempton, no final do vídeo, diz : ‘o que mais gosto é que, quando ouço, desapareço. Eu desapareço.’

Para ouvir, o ego deve ser deixado de lado. Pense nisso : quantos de nós não estão realmente ouvindo um ao outro?

Quantos de nós estão apenas esperando a outra pessoa parar de falar para que possa ser a nossa vez? Estamos tão ansiosos por nos ouvir falar que não ouvimos mais; simplesmente esperamos até a nossa vez de falar novamente.

Pense em quanto estamos perdendo – a chance de nos acalmarmos e encontrar a calma interior, a chance de aprender algo novo, a chance de fazer uma conexão humana genuína.

Acima de tudo, parece-me, devemos dedicar um tempo para ouvir porque amamos. Eu ouço minha esposa me contar sobre o dia dela, porque quero compartilhar nossas vidas. Eu ouço um amigo tomando café, porque essa é minha oferta para ele. Faço uma pausa e ouço os passarinhos cantando, porque amo todos os dias da vida que tenho o privilégio de experimentar nesta linda terra.

Um dos presentes reais da Quaresma é que ela nos obriga a ouvir. É uma época de contemplação silenciosa, marcada por oração e sacrifícios extras que nos tiram da nossa rotina normal. Cada Quaresma, ao pensar em como quero dar um passo à frente em minha disciplina espiritual, acho que é vital dedicar um tempo ao silêncio para que eu possa realmente ouvir.

Sou padre de uma paróquia e, muitas vezes, ao fechar a igreja à noite, apago as luzes até que tudo o que é visível na escuridão seja o brilho vermelho da vela do tabernáculo. Então eu me sento. Fico quieto. Eu escuto a poesia do espaço. Todo lugar tem um som próprio. Qual é o som de uma igreja à noite? É o som do braço de uma mãe em volta de uma criança.

Um som pode transformar uma vida. Quando sento na minha igreja e ouço, sinto uma sensação de paz que raramente sinto em outro lugar. Mas poderia ser qualquer som, realmente.

Poderia ser o som de trovões colidindo com colinas, gotas de chuva atingindo o telhado, o rangido dos aviões quando eles alcançam o céu.

Pode ser a respiração de um bebê no meio da soneca, ou uma pisada na neve, ou o som de crianças rindo no quintal. Porque é como ler um poema, há uma verdadeira arte em ouvir.

O filósofo Erich Fromm acredita nisso, e em seu livro Art of Listening ele fala sobre como toda arte tem princípios e técnicas racionais. Aqui estão suas regras para se tornar um ouvinte melhor :

– Concentre-se completamente.

– Não pense em nada além de ouvir.

– Aplique sua imaginação ao que você está ouvindo.

– Crie empatia com o que você está ouvindo.

– Descubra alguma forma de amor pela pessoa ou coisa a quem você está ouvindo.

Seguindo essas diretrizes, cada um de nós pode praticar a arte de ouvir. É um hábito que recompensará quem pratica.

Não é apenas um ato de amor que os outros notarão com apreço, não apenas melhorará nossos relacionamentos e nos ajudará a ter conversas melhores e mais proveitosas, mas sempre que ouvirmos atentamente, ouviremos a presença de um grande mistério, um antigo nutrir a presença embutida na criação. É a voz mansa e delicada de Deus sussurrando.

É hora de começarmos a ouvir.’


Fonte :

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Padre Patton: o valor da presença dos cristãos na Terra Santa


Por Eliana Maria (Ir. Gabriela, Obl. OSB)

Jerusalém 
*Artigo de Marco Guerra


‘A população cristã está sofrendo um drástico declínio da sua presença nos Territórios da Cisjordânia sujeitos à Autoridade palestina. A afirmação está contida num texto de Hanna Issa, membro do Conselho de Al Fatah e Secretário-Geral do Conselho Islâmico-Cristão palestino para Jerusalém e os Lugares Santos.

Fatores econômicos

No texto, publicado no site abouna.org e retomado pela Agência Fides, Hanna Issa fala de ‘fatores políticos e econômicos’ na origem dos fluxos migratórios que estão reduzindo ao mínimo a presença cristã na Cisjordânia.

Diminuição da presença em muitos vilarejos

O relatório apresentado pelo representante de Al Fatah se refere ao enfraquecimento da presença de cristãos em vários vilarejos : na cidade árabe de Jenin, 26 km ao norte de Nablus, dos 70.000 habitantes há apenas 130 cristãos, quase todos católicos de rito latino; em Tubas, outra cidade árabe da Cisjordânia, os habitantes são 40.000 habitantes, e há apenas 45 cristãos, pertencentes à Igreja grega ortodoxa; em Burqin, vilarejo palestino não muito distante de Jenin, há menos de 70 cristãos, numa população de 7.500 habitantes; também as comunidades de batizados presentes nas cidades de Jalameh e Kafr Koud são também compostas por algumas dezenas de pessoas. Enquanto no vilarejo de Deir Ghazaleh, até 10 anos atrás habitada por uma grande minoria cristã, agora os batizados são apenas 4 entre 1.200 habitantes.

Evitar a marginalização dos componentes cristãos

O projeto nacional palestino - sublinha o expoente máximo de Al Fatah - baseia-se no reconhecimento da plena igualdade entre cidadãos de diferentes religiões, mas a instabilidade política traduz-se em instabilidade social e econômica. Por esta razão - continua Hanna Issa -, é necessário preservar a identidade árabe palestina diante de todos os condicionamentos que possam gerar situações de discriminação na sociedade palestina e a marginalização de seu componente cristão.

Patton : presença estável ou ligeiramente em diminuição

Entrevistado pelo VaticanNews, o padre Francesco Patton, custódio da Terra Santa, não confirma nem nega os números fornecidos pelo político palestino, mas convida a distinguir entre a presença em termos percentuais - que diminui por causa do aumento do número de outras comunidades - e aquela em termos numéricos absolutos que, pelo contrário, permanece ‘estável ou ligeiramente em diminuição’. Padre Patton explicou que em algumas áreas os cristãos até aumentaram, como no caso da paróquia de Belém, onde no último ano houve cerca de 30 funerais e 60 batismos.

O Roaco para a Terra Santa

O custódio da Terra Santa nestes dias encontra-se no Vaticano para a 92ª Assembléia Plenária da Roaco, a Reunião das Obras de Ajuda às Igrejas Orientais. Durante os trabalhos do organismo, que terminou nesta quarta-feira, muito espaço foi também dedicado à situação das Igrejas no Médio Oriente. Refletiu-se sobre as difíceis condições da minoria cristã, atingida por problemas econômicos e de segurança, que levam muitos jovens a deixar suas terras.

O valor da presença cristã

Por isso, o padre Patton destacou que o ‘desafio pastoral’ mais importante é fazer com que os cristãos da Terra Santa compreendam ‘o valor de sua presença, em territórios difíceis, exigentes e fadigosos’. ‘Os cristãos - continuou -, são o componente mais disposto a procurar soluções para a paz’.

A formação dos jovens

Por isso a Roaco refletiu tanto sobre a ajuda econômica, destinada a apoiar as Igrejas e as comunidades cristãs no Médio Oriente, como sobre o apoio pastoral, em relação ao qual muito se falou sobre a formação dos jovens. Finalmente, o Padre Patton falou do papel fundamental desempenhado pelas escolas católicas na formação dos jovens e no diálogo entre jovens de diferentes religiões.’


Fonte :